«Recordá-lo hoje, em plena conjuntura de uma crise financeira e económica que preocupa todos os portugueses, pode, e creio que deve, servir de estímulo para congregar os esforços necessários à superação de mais este passo difícil da nossa história», defendeu o responsável, à margem da apresentação de «América do Sul – Património de Origem Portuguesa no Mundo, da Fundação Calouste Gulbenkian. Está prevista ainda a edição de mais dois volumes sobre o assunto, relativamente a África e um terceiro sobre a Ásia e Timor-Leste, revelando o património arquitectónico construído pelos portugueses, das fortalezas imponentes às igrejas em espaços rurais, «nos locais mais inesperados», desde o princípio do século XV até aos nossos dias.
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